Câmara retira diversos direitos do trabalhador e projeto segue para o Senado

Proposta cria modalidade de trabalho sem direito a férias, 13° e FGTS

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A Câmara concluiu a votação de uma nova reforma trabalhista, mudando uma série de regras para os trabalhadores nesta quinta-feira (12).

 

A proposta cria, por exemplo, uma modalidade de trabalho sem direito a férias, décimo terceiro e FGTS.

 

Outra – chamada de Requip – não teria carteira assinada.

Nesse caso, o empregado receberia uma bolsa e vale-transporte, sem direitos trabalhistas e previdenciários.

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O texto ainda cria um programa de incentivo a contração de jovens e idosos com mais de 55 anos, desempregados há mais de 12 meses.

Nessa modalidade, o trabalhador recebe um bônus no salário, mas o FGTS é menor.

O projeto – que segue para o Senado – também renova o programa de redução de jornada e de salários durante a pandemia, além da suspensão dos contratos de trabalho.

O texto-base da proposta havia sido aprovado na terça (10) e os deputados votaram, na quinta-feira (12), as mudanças. Todos eles foram rejeitados.