Obra de esgotamento a passos de tartaruga transforma via estratégica em “atoleiro” em Ji-Paraná
A situação crítica registrada na Avenida Almirante Barroso com a Rua Padre Adolfo Rohl, em Ji-Paraná, não é fruto do acaso. O caos enfrentado por motoristas e pedestres é consequência direta de obras de esgotamento sanitário que avançam a passos de tartaruga — ou de bicho-preguiça, sem planejamento eficaz e sem conclusão dentro de um prazo aceitável.
O resultado é um cenário de abandono: ruas destruídas, lama por todos os lados e até ônibus atolado, como mostra imagem enviada por um internauta. A via, que dá acesso a grandes igrejas evangélicas, ao Hospital Infantil e a órgãos da administração municipal, virou um obstáculo diário para quem precisa circular pela região.
Veículos sofrem danos, o trânsito fica comprometido e a população é penalizada por uma obra que deveria representar avanço, mas que na prática simboliza retrocesso urbano. Ji-Paraná, uma cidade que não pode parar, assiste a serviços essenciais sendo prejudicados por intervenções mal executadas e intermináveis.
A cobrança da sociedade é clara: obra pública precisa ter prazo, responsabilidade e respeito com o cidadão. Esgotamento sanitário é fundamental, mas não pode servir de justificativa para o abandono das ruas e o descaso com quem vive, trabalha e precisa passar diariamente pelo local.
