🦠 Sobe para 4 o número de pessoas com (Mpox) em Rondônia
A Secretaria de Estado da Saúde de Rondônia (Sesau) confirmou que quatro casos de infecção pelo vírus mpox (varíola dos macacos) foram registrados em Porto Velho até esta quinta-feira (19). Ao todo, seis notificações foram feitas à vigilância sanitária na capital.
📍 Casos Confirmados e Ações de Saúde
- 4 casos positivos de mpox confirmados em Porto Velho.
- 2 notificações descartadas após avaliação epidemiológica.
- Pacientes receberam atendimento no Centro de Medicina Tropical de Rondônia (Cemetron).
- Todos os infectados passam por isolamento domiciliar para evitar transmissão.
- Um caso suspeito no Hospital Infantil Cosme e Damião foi descartado e identificado como varicela (catapora).
🧬 Sobre a Transmissão do Vírus
A mpox é transmitida principalmente por contato direto com as lesões da pele e suas secreções. Pode ocorrer, de forma menos frequente, transmissão por gotículas respiratórias ou objetos compartilhados.
🛡️ Medidas de Prevenção e Orientações
As principais recomendações das autoridades de saúde para evitar a transmissão são:
✔ Evitar contato direto com pessoas suspeitas ou confirmadas com mpox.
✔ Em caso de contato necessário (por exemplo, cuidados pessoais), usar EPI apropriado (luvas, máscaras, avental e óculos).
✔ Isolamento imediato de pessoas com suspeita ou confirmação da doença.
✔ Não compartilhar objetos pessoais como toalhas, roupas, talheres, escovas de dente, etc.
✔ Lavar as mãos frequentemente com água e sabão ou usar álcool gel.
✔ Higienizar cuidadosamente roupas, utensílios e superfícies que possam estar contaminados; descartar resíduos contaminados de forma adequada.
✔ Procurar atendimento médico imediatamente ao notar lesões cutâneas suspeitas, com ou sem febre.
📌 Vigilância Permanente
A Sesau informou que continuará com a vigilância epidemiológica ativa, monitorando novos casos e disseminando informações à população e aos profissionais de saúde.
📊 Contexto geral da mpox no Brasil:
No Brasil, a mpox (também chamada de monkeypox) tem sistema nacional de monitoramento e notificação imediata de casos, coordenado pelo Ministério da Saúde, que acompanha epidemiologicamente os casos e orienta as secretarias estaduais e municipais sobre investigação e controle dessas notificações.