Maria Aparecida, carinhosamente conhecida como Cidinha, morreu durante a madrugada deste sábado (3), em Cacoal, para onde havia sido transferida devido à gravidade dos ferimentos sofridos em um acidente ocorrido em Ji-Paraná.
A colisão aconteceu na manhã do dia 22 de setembro, no cruzamento da Avenida Brasil com a T-14.
Segundo informações apuradas no local, um Volkswagen Golf seguia pela Avenida Brasil quando acabou atingido por um Chevrolet Classic, que teria invadido a preferencial no cruzamento com a T-14.
Com a força da batida, os dois veículos saíram da pista e foram parar sobre a calçada.
Cidinha foi arremessada do veículo
No Chevrolet Classic estavam três pessoas, entre elas o motorista, Pedro Nogueira de Souza, de 83 anos, sua filha Aparecida e um homem cadeirante.
Durante a violência da colisão, Cidinha foi arremessada para fora do veículo. Ela sofreu ferimentos gravíssimos, principalmente na região do rosto.
Equipes do SAMU foram acionadas e prestaram os primeiros atendimentos. A mulher foi encaminhada inicialmente para atendimento médico em Ji-Paraná e, posteriormente, devido à gravidade de seu estado de saúde, transferida para Cacoal, onde permaneceu internada.
O terceiro ocupante do Classic, que era cadeirante, também precisou de atendimento médico.
Pai morreu após o acidente
O motorista do Classic, Pedro Nogueira de Souza, de 83 anos, também ficou gravemente ferido e foi levado para o hospital.
Apesar dos esforços das equipes médicas, Pedro não resistiu aos ferimentos e morreu posteriormente na unidade hospitalar.
A família passou então a enfrentar uma segunda batalha: enquanto o pai era sepultado, a filha permanecia internada em estado grave.
11 dias depois, a filha também morreu
Na madrugada deste sábado, 11 dias após o acidente que matou o pai, veio a segunda notícia trágica.
Aparecida, a Cidinha, morreu em Cacoal, onde estava internada após ser transferida de Ji-Paraná.
A morte encerra de forma dolorosa uma sequência de acontecimentos iniciada naquele cruzamento da Avenida Brasil com a T-14. Pai e filha perderam a vida em consequência do mesmo acidente, com apenas 11 dias de diferença.
Cruzamento volta a chamar atenção
O cruzamento da T-14 com a Avenida Brasil é apontado por moradores e motoristas que utilizam a região como um trecho onde acidentes acontecem com frequência.
A ocorrência, que inicialmente já havia causado grande comoção pela violência da colisão, agora ganha um desfecho ainda mais trágico com a morte de Cidinha.
Moradores cobram das autoridades competentes a adoção de medidas preventivas no local para reduzir o risco de novos acidentes e evitar que outras famílias sejam vítimas de tragédias semelhantes.
As circunstâncias exatas da colisão deverão ser apuradas pelas autoridades responsáveis.
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