LEI DO RETORNO? JORNALISTA DESEJA MORTE DO PRESIDENTE MAS ELE É QUEM MORRE

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Acordei hoje de manhã com a triste notícia do falecimento do brilhante jornalista Paulo Henrique Amorim. Sempre o considerei uma mente brilhante, mesmo discordando de 90% de suas opiniões.

Quando fiquei sabendo de sua morte uma das primeiras coisas que veio em minha mente foi um vídeo que ele postou no último dia 14 de junho, portanto há 26 dias, quando ele ou faz uma ameaça velada ou expressa um grande desejo em relação à morte do Presidente Jair Bolsonaro.

No referido vídeo que você encontra nas redes sociais ele critica o fato de o presidente da república ter vestido a camisa do Flamengo, em um jogo no estádio Mané Garrincha em Brasília, quando um torcedor joga uma camisa para ele nas tribunas e ele pega a camisa e veste.

Nesse vídeo Paulo Henrique, questiona: “O Bolsonaro é Palmeiras, Botafogo ou ele é Flamengo?” e na sequencia ele canta algumas notas do hino do referido clube; “Uma vez flamengo, flamengo até morrer”, e encerra dizendo “Breve”.

Na ocasião, muitos internautas tomaram aquilo como se o mesmo estivesse ameaçando o Presidente da República.

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Mas hoje fazendo uma análise fria do assunto, me lembrei de um dos módulos que ministro no curso Fórmula do Pensamento Criativo, nele tem uma parte que falo sobre a lei do retorno, “tudo aquilo que nós emanamos para o universo, retorna até nós de forma potencializada”.

Ou seja, é como um bumerangue que jogamos para o ar e ele volta até nós e também como diz as sagradas letras; “tudo que o ser humano plantar, isso também colherá”.

Ai fica a questão: será que o que aconteceu com Paulo Henrique Amorim é a lei do retorno? Pelo sim, pelo não, é melhor evitar do que sofrer consequências mais tarde.

Fonte: Volnei Inocencio é Gestor financeiro, teólogo, Mentoring, Coach, palestrante e sócio do YESOD – Instituto de Desenvolvimento Pessoal e Empresarial

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