Cidades

Médicas acusadas de sequestrar e torturar boliviana seguem presas em Rondônia

 

Guajará-Mirim (RO) – Duas médicas identificadas como Nagyla Duran e Priscila Romão permanecem presas pela Polícia Federal sob a acusação de sequestro, tortura e cárcere privado de uma mulher de nacionalidade boliviana. O caso ocorreu em Guajará-Mirim, na fronteira com a Bolívia, e ganhou repercussão nacional após vídeos das agressões circularem nas redes sociais.

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📌 Como teria ocorrido o crime

De acordo com a investigação conduzida pela Polícia Federal, a vítima foi atraída da Bolívia até o Brasil com a promessa de que o filho ganharia um presente. Ao chegar ao local combinado, ela foi levada a uma casa em uma área isolada, onde teria sido dopada e mantida contra a vontade.

Durante o confinamento, a mulher foi alvo de agressões físicas, incluindo golpes com um remo e pancadas nas costas, além de ter o cabelo cortado à força, tudo sem chance de defesa. O crime teria sido motivado por ciúmes — uma das médicas acusava a vítima de manter um relacionamento com seu marido.

🚓 Prisão e repercussão

As duas suspeitas foram presas pela Polícia Federal no último domingo (19/01/2026) e continuam detidas enquanto as investigações prosseguem.

A Polícia Federal gravou um vídeo explicativo sobre o caso no qual o delegado Francisco Ney detalha a prisão das acusadas.

🧠 Investigação em andamento

Antes das prisões, mandados de busca e apreensão foram cumpridos pela Polícia Federal em residências ligadas às investigadas, como parte da chamada Operação Bisturi, que apura os crimes de tortura, sequestro e cárcere privado.

Fontes policiais também relatam que as investigadas chegaram a se tornar foragidas e cruzar para território boliviano, mas foram localizadas e detidas posteriormente.

📌 Impacto

O caso chocou a população local e tem sido discutido nas redes sociais e na imprensa, levantando questionamentos sobre violência, relações pessoais e atuação de profissionais de saúde envolvidos em crimes graves.


Fonte: rondoniaovivo

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