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Propaganda nas redes sociais leva jovens de Rondônia à morte na guerra da Ucrânia

A promessa de altos salários, aventura e adrenalina tem atraído jovens brasileiros para a guerra na Ucrânia — e, em alguns casos, terminado em tragédia. Em Rondônia, ao menos dois jovens já morreram após serem recrutados por meio de conteúdos divulgados nas redes sociais.

De acordo com a reportagem, plataformas como o Telegram têm sido usadas para disseminar propostas tentadoras, que oferecem ganhos de até R$ 26 mil mensais. No entanto, relatos apontam que a realidade é bem diferente, com pagamentos menores, atrasos e condições precárias no front de batalha.

Um dos casos recentes que causou comoção foi o de um jovem de Porto Velho, de 23 anos, que morreu durante o conflito. Outro rondoniense também já havia perdido a vida anteriormente, evidenciando que brasileiros têm sido diretamente impactados pela guerra.

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Dados do governo brasileiro indicam que, desde o início da guerra em 2022, ao menos 19 brasileiros morreram e outros 44 estão desaparecidos após se envolverem no conflito.

Ainda segundo relatos de pessoas com contato direto com combatentes, há brasileiros que permanecem na guerra, enquanto outros estão desaparecidos há meses, reforçando o cenário de risco e incerteza.

O caso acende um alerta sobre os perigos de conteúdos enganosos nas redes sociais, que podem atrair jovens para situações extremas e, muitas vezes, sem retorno.

Fonte: Rondônia ao vivo

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