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GOLPE DO GOLPE! Grupo usa dinheiro falso para comprar canetas emagrecedoras no Paraguai e recebe pedras de brita

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Uma história que parece coisa de filme terminou com quatro pessoas encaminhadas à Polícia Federal no Rio Grande do Sul. O grupo é suspeito de utilizar dinheiro falso para aplicar golpes e acabou envolvido em uma negociação na qual também teria sido enganado.

A ocorrência começou depois que funcionárias de um posto de combustíveis em Tio Hugo denunciaram que ocupantes de um carro teriam usado uma nota falsa de R$ 100 para pagar o abastecimento.

Após receber a denúncia, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) localizou o Chevrolet Vectra, com placas de Sapiranga, e realizou a abordagem no quilômetro 390 da BR-386, em Tabaí.

Durante a fiscalização, os policiais encontraram R$ 11.440 em cédulas com indícios de falsificação, incluindo notas de R$ 20, R$ 50 e R$ 100. Também havia dinheiro aparentemente verdadeiro.

Canetas emagrecedoras escondiam pedras de brita

O que chamou a atenção dos policiais foi a descoberta de embalagens identificadas como medicamentos à base de tirzepatida, substância utilizada em canetas emagrecedoras. Em vez do produto anunciado, os recipientes continham apenas pedras de brita.

Conforme os relatos apresentados à PRF, o grupo havia viajado até Foz do Iguaçu, no Paraná, e tentado comprar as supostas canetas no Paraguai usando notas falsas. No entanto, os envolvidos alegaram que também foram vítimas de um golpe, pois receberam embalagens sem os medicamentos.

Segundo a PRF, os ocupantes ainda relataram que costumavam aplicar golpes utilizando cédulas falsificadas. Durante a abordagem, eles apresentaram versões divergentes sobre a origem do dinheiro e os detalhes da viagem.

Quatro pessoas foram encaminhadas à Polícia Federal

O grupo era formado por dois homens, de 19 e 24 anos, e duas mulheres, de 20 e 21 anos, todos moradores de Sapiranga. Os quatro foram encaminhados à Polícia Federal em Santa Cruz do Sul, juntamente com o material apreendido, para os procedimentos legais. O veículo também foi recolhido.

O caso chama a atenção para os riscos de negociações clandestinas envolvendo medicamentos e dinheiro falsificado, que podem resultar em prejuízos e consequências criminais.

As informações foram divulgadas pela Polícia Rodoviária Federal e pela imprensa regional.