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NOTA DE REPÚDIO: ASSOCIAÇÃO QUER MANTER O MONOPÓLIO DE VISTORIAS EM RONDÔNIA

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NOTA DE REPÚDIO

A EMPRESA FÚRIA VISTORIA VEICULAR vem, por meio desta, manifestar seu mais veemente repúdio às inverdades, insinuações levianas e narrativas distorcidas veiculadas recentemente em matérias jornalísticas e divulgadas por associações e grupos de interesse, cujo objetivo evidente é denegrir a imagem desta empresa e a idoneidade do Departamento de Trânsito de Rondônia (DETRAN-RO) no processo de credenciamento.

Diversas matérias — elaboradas a pedido de um interessado cuja identidade já nos é conhecida — vêm utilizando-se de ilações, meias-verdades e suposições infundadas para atacar um processo legítimo de credenciamento, ignorando fatos essenciais e transparentes que demonstram a retidão da nossa atuação:

1. Visão de Mercado e Empreendedorismo: A Fúria Vistoria nasceu da percepção legítima de uma demanda reprimida e da necessidade de ampliar e aprimorar o atendimento diante da expressiva frota de veículos no município de Ji-Paraná (conforme consta nos autos dos processos judiciais). Investimos antecipadamente, adquirimos equipamentos, contratamos colaboradores e estruturamos nossa operação apostando no êxito empresarial. Embora não houvesse, na época, edital de chamamento aberto especificamente para este município, porém tínhamos conhecimento de aberturas em outras localidades, parâmetro que utilizamos para a elaboração documental e a aquisição de equipamentos, na certeza de que as premissas e exigências seriam equivalentes. Dessa forma, estruturamos a empresa com vistas à futura habilitação. Preparar-se com antecedência não constitui ilícito; trata-se de fruto legítimo da visão empresarial e da livre iniciativa garantidas por lei.

2. Atuação Judicial e Cumprimento de Regras: Diante da negativa inicial por parte do DETRAN-RO — que pontuou incisivamente a impossibilidade de abertura imediata —, a empresa buscou amparo no Poder Judiciário, exercendo um direito constitucional assegurado a qualquer cidadão ou pessoa jurídica. Posteriormente, com a publicação do Edital de Chamamento Público pelo DETRAN-RO para todos os municípios — fato cuja criação de edital e data exata para publicação era de conhecimento restrito aos servidores participantes do processo e desconhecido por esta empresa —, adaptamo-nos prontamente, encaminhando toda a documentação por meio eletrônico em rigorosa conformidade com as exigências.

3. Inexistência de Favorecimento: É absolutamente falsa a afirmação de tratamento privilegiado. O protocolo presencial citado em diversas matérias ocorreu unicamente porque o proprietário aguardou no balcão do setor para assegurar a confirmação do recebimento da remessa digital enviada por e-mail. Todo o trâmite processual seguiu estritamente as normas legais e técnicas exigidas pelo órgão de trânsito, e aprovada da mesma forma que ocorreu com outras empresas do Estado, como exemplo uma empresa em Rolim de Moura que foi vistoriada e certificada um dia antes da Empresa Fúria inclusive, — fatos convenientemente omitidos por aqueles que buscam emplacar uma narrativa difamatória.

4. O Verdadeiro Motivo por Trás dos Ataques: Causa estranheza, mas esclarece muita coisa, o fato de que a oposição ferrenha a este processo parta justamente de setores e grupos habituados a monopolizar o mercado de vistorias no Estado e que atuam em Ji-Paraná (por meio do denominado “Grupo Alfa”), os quais historicamente combatem a livre concorrência para a preservação de privilégios corporativos. Tais agentes utilizam-se de artifícios, expedientes via associações (como a ACRON) e matérias encomendadas para tentar sufocar novas empresas e barrar a expansão do setor. Quanto aos demais argumentos proferidos, refogem à nossa alçada a escassez de conhecimento mínimo por parte daqueles que sequer compreendem o funcionamento administrativo de uma empresa para atestar que todos os atos pautaram-se na legalidade, e se não cumpriram o que as exigências previstas no edital também não cabem a nós julgar se o órgão cometeu injustiça ou se apenas seguiram o processo legal.

Repudiamos o jornalismo sensacionalista que serve de instrumental para interesses econômicos ocultos e cartéis disfarçados, reafirmando nosso compromisso inegociável com a legalidade, a transparência e a ética comercial.

Por fim, informamos que a empresa já está adotando as medidas judiciais cabíveis — nas esferas cível e criminal — contra os responsáveis pelas publicações inverídicas, os disseminadores de fake news e todos aqueles que tentam macular a honra e a integridade de nossa marca e de seus gestores.

FÚRIA VISTORIA VEÍCULAR

erro: Atenção! Se fizer a cópia da matéria é obrigatório inserir a Fonte: Rondônia atual - Jean Lemos