Após duas semanas de paralisação, os trabalhadores dos Correios começaram a retornar às atividades na noite de quinta-feira (24). O fim da greve ocorreu após decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) sobre o dissídio coletivo da categoria.
De acordo com informações divulgadas pela Federação Interestadual dos Sindicatos dos Trabalhadores e Trabalhadoras dos Correios (FINDECT), o TST determinou um reajuste salarial de 4,09%, com aplicação retroativa a 1º de agosto.
A decisão também estabeleceu que os dias em que os trabalhadores permaneceram parados deverão ser compensados, sem desconto nos salários, conforme os termos definidos pelo Tribunal.
A paralisação havia começado em 10 de setembro, após a categoria não chegar a um acordo com a empresa durante as negociações. Entre os principais pontos de discussão estavam o reajuste salarial e questões relacionadas ao plano de saúde dos funcionários.
A FINDECT informou que ainda aguarda a publicação completa do acórdão do TST para analisar detalhes da decisão, especialmente os relacionados ao plano de saúde.
Os Correios também confirmaram que pretendem retomar o diálogo com os representantes dos trabalhadores. Uma reunião entre a empresa e a federação está prevista para 1º de outubro, em Brasília, para discutir os próximos pontos da negociação.
Com o encerramento da greve, os serviços da estatal começam a ser normalizados gradualmente, enquanto os trabalhadores retomam suas atividades.
de 4,09%
Após duas semanas de paralisação, os trabalhadores dos Correios começaram a retornar às atividades na noite de quinta-feira (24). O fim da greve ocorreu após decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) sobre o dissídio coletivo da categoria.
De acordo com informações divulgadas pela Federação Interestadual dos Sindicatos dos Trabalhadores e Trabalhadoras dos Correios (FINDECT), o TST determinou um reajuste salarial de 4,09%, com aplicação retroativa a 1º de agosto.
A decisão também estabeleceu que os dias em que os trabalhadores permaneceram parados deverão ser compensados, sem desconto nos salários, conforme os termos definidos pelo Tribunal.
A paralisação havia começado em 10 de setembro, após a categoria não chegar a um acordo com a empresa durante as negociações. Entre os principais pontos de discussão estavam o reajuste salarial e questões relacionadas ao plano de saúde dos funcionários.
A FINDECT informou que ainda aguarda a publicação completa do acórdão do TST para analisar detalhes da decisão, especialmente os relacionados ao plano de saúde.
Os Correios também confirmaram que pretendem retomar o diálogo com os representantes dos trabalhadores. Uma reunião entre a empresa e a federação está prevista para 1º de outubro, em Brasília, para discutir os próximos pontos da negociação.
Com o encerramento da greve, os serviços da estatal começam a ser normalizados gradualmente, enquanto os trabalhadores retomam suas atividades.
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